Em terras berberes a caminho do primeiro abrigo de montanha, no Atlas.
Diferentes perspectivas
O primeiro abrigo de montanha.
Diga bom dia com... BATATA!!
No passe de montanha do segundo dia, a 2.230m. À volta daquele pau que se vê no centro do terreiro é onde as mulas moem os cereais.
João, o contemplativo.
Cruzamento com mulheres berberes que trabalham nas montanhas; povos serranos do Atlas.
O deslumbrante cenário do almoço do segundo dia.
Piada berbere: porque é que comemos isto? Porque temos fome! E sabe tão bem...
Land Art #1 - Atlas
Parte do grupo, com o dono do albergue e os três "muleteiros"... depois de uma noite intensa de giroflé giroflá.
Um chá imprevisto numa casa de família. Um momento místico.
O frenesim de sons, o caleidoscópio de cores, a espiral de odores... um souk maravilhosamente primordial e intenso.
Souk
Jipe empanado + mecânico debruçado = meninas no tejadilho procurando resolver o problema de uma perspectiva diferente.
As "construções na areia" do Kasbah de Ait Ben Hadou.
Mosaico de cores e cheiros no ervanário.
A vida labiríntica debaixo de terra.
Chegada ao deserto. Duas faces...
...do mesmo feliz espanto.
Passagem de Ano 2008/09 no deserto do Sahara.
Nascer do Sol no deserto.
Areia na vastidão, dunas sinuosas, curvilíneas, silenciosas...
É tão "cool" andar de dromedário.
Os dois guias dos dromedários tentavam fazer negócio pelas "belle gazelles": já iam numa oferta de 250 camelos e 6 jipes!
Em terra de nómadas, o jardim do Éden no meio do nada: nunca comi cenouras tão saborosas como estas.
Land Art #2 - Deserto
Hassan, the berbere man e um dos nossos condutores. Nice pinta!
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Tecedeira.
Celeiro fortificado.
Souk de Marrakech.